Foi-se os tempos dos funkeiros que cantavam sobre a vida na favela, ou apenas sobre temas com sexo. Isso se perdeu há alguns anos em nome do chamado “funk ostentação”, que explora itens como carros, motos, lanchas e as desde sempre tradicionais correntes de ouro. Alguns dos cantores desse ritmo normalmente exaltam a ostentação, mas a maioria realmente tem todos esses itens.

A corrente de ouro é o principal dos itens da ostentação desses músicos. E isso não é algo novo ou exclusivo do funk – principalmente os músicos paulistas. A peça é herdada dos músicos de hip hop americanos nas décadas de 80 e 90. Snoop Dogg tinha a sua. Tuopac Shakur, morto em 1996, também tinha o seu – às vezes com um pingente de cruz ou revólver. A corrente remetia à ostentação dos rappers, e não eram incomuns clipes com tais intérpretes dentro de carros conversíveis, cercados de belas mulheres.

A versão brasileira da ostentação surgiu com força depois de 2010, na voz de dois funkeiros de São Paulo: Daniel Pellegrine e Guilherme Aparecido Dantas. O primeiro, conhecido como MC Daleste, começou fazendo suas primeiras canções em uma lan house na zona leste em São Paulo – daí a inspiração para o nome artístico. O sucesso veio em pouco tempo, junto com carros, bebidas caras e mulheres bonitas. Mas nem isso foi suficiente para evitar sua morte, em julho desse ano, em cima de um palco na cidade de Campinas (SP).

O caso de Guimê é mais emblemático e bem sucedido. Seus videoclipes exibidos pelo YouTube já passaram das 30 milhões de visualizações – caso do seu maior sucesso, Plaque de 100. A conta do cantor na rede social Instagram, que compartilha fotos e vídeos, dá uma ideia da ostentação de Guimê. Nelas, são recorrentes viagens em jatinhos, festas e- surpresa- as belas correntes de ouro, que normalmente não prezam pela discrição.

Cantores de funk carioca, menos dados à ostentação, também usam das joias. Mr. Catra, o funkeiro mais bem sucedido da atualidade, tem o que provavelmente são as peças mais volumosas já conhecidas. Seja pela ostentação ou seja pela própria beleza, elas estão sempre lá, brilhando no pescoço de funkeiros – e de sua legião de fãs.

joias

Das pepitas encravadas no meio da terra até os pescoços de um sortudo ostentador de uma corrente de ouro o caminho tem poucas etapas, mas é muito, muito longo. Para entender melhor como tudo isso ocorre, fomos até à Rua Barão de Paranapiacaba, no centro de São Paulo, e tentamos entender como esse processo vai […]

bijuteria

Bem Parker, tio de Peter Parker, o Homem-Aranha, disse uma das mais célebres frases ao seu sobrinho antes de morrer: “grandes poderes trazem grandes responsabilidades”. Isso, sem dúvida, acontece com os colares de ouro. Querendo ou não, tais modelos atraem – e muito – a atenção de quem vê. Grandes, discretas, douradas ou de ouro […]

ouro branco

Talvez possamos destruir parte de sua infância e adolescência sua agora, ao contar um segredo revelador para vocês: o Ouro Branco que você tanto ouviu falar não se limita apenas àquele chocolate branco que tanto fez parte da sua vida. Eles existem sim, e são extremamente fáceis de serem feitos. Sim, feitos. Pois – aí […]

18 k

Não basta ser apenas dourada. Não basta estar no pescoço de um funkeiro famoso ou de alguém possa ostentar um bem tão valioso quanto esse. Muito menos ser de uma qualidade baixa. Colar de ouro que se preze tem que ter qualidade. E altíssima qualidade, diga-se de passagem. Um bom cordão contém ingredientes do melhor […]

corrente de ouro masculina 2

Algumas peças de adorno são exclusivas pra mulheres. Se você é homem, tente sair na rua com uma pulseira cheia de badulaques, ou brincos de pérolas. Mas nem tudo é exclusividade do chamado “sexo frágil”. Algumas peças se encaixam até melhor em homens- para isso não existe prova melhor que as correntes de ouro, que […]